T Vejo Por Aih!

sexta-feira, julho 29, 2005

blowingbytes

Não é só mais um blog para nerds, geeks e afins. Tem cultura inútil e a genialidade dos meus amigos Pink e Roadhouse.

BlowingBytes: "computadores vistos
pelo outro lado (ui!) ou
uma análise
intra-uterina da Senhora Tecnologia"


Sou fã de carteirinha desses caras. :)

---

Escutando: a trilha sonora maravilhosa do filme "I Am Sam". Beatles rules!
"... lucy in the skyyy with diiiamonds ..."

Enviado por ThEyA às 10:17

Fale agora ou cale-se para sempre.
| Comente (0)

quarta-feira, julho 27, 2005

changings

Apesar do que está escrito no post anterior, eu gosto de mudanças, embora tudo tem seu limite (no caso, a minha paciência). Sempre é bom sair da rotina e eu, como uma sagitariana altamente propensa ao enfadamento, adoro coisas novas.

Talvez os poucos leitores deste blog já devem ter percebido, eu não consigo ficar parada com um template por muito tempo. Na verdade nem modifico muita coisa, somente a figura (sempre uma estrada ou rua) e as cores. Dá um "ar" de template novo quando faço isso.

Eu tenho que mudar os móveis do meu quarto de posição no mínimo uma vez por ano. Rearranjando e posicionando os da melhor forma. Amei a última mudança porque deixou o computador e a TV de frente pra minha caminha. Sim, isso pode agravar a minha insônia. Mas eu nem ligo ó!

Mudei de telefone celular e operadora e consequentemente de número. Aquele número anterior eu tinha já fazia uns 7 anos. Além de estar de saco cheio da Vivo eu também não gostava do aparelho. Enfim, agora eu tenho um aparelhinho de chip (GSM) e quando o telefone estiver sem bateria, é só emprestar o de alguém e trocar o chip para usar se for uma emergência. Também não vou mais precisar ficar escrevendo todos os contatos de novo caso mude pra outro aparelho. :P

Ai já disse aqui várias vezes que eu ia tirar o aparelho, mas estou tão enrrolada no trabalho e não pude ir lá na dentista tirar o molde pro aparelho móvel. É porque ainda vou precisar usar isso, mas é menos ferro na boca e machuca muito menos. Se tudo der certo e eu conseguir ir amanhã fazer isso, tirarei essa joça dentro de uma semana.

Mudei (ou pelo menos é previsto pra eu mudar) de projeto no trabalho e deixarei de lidar tanto com o Windows para começar a trabalhar mais no Linux. Eu não sei lá muita coisa (um pouco menos que o suficiente), mas eu estou gostando de aprender e acredito ser essa uma oportunidade para melhorar no meu emprego.

Mas algumas mudanças me irritam profundamente. Por exemplo, aqui em Manaus, em todos os números de telefones convencionais foram acrescentados o número 3 na frente. Eu seeempre esqueço do bendito 3 e escuto a mulher falando "o número deste telefone mudou para...". Se ela soubesse o quanto eu xingo ela...

Nas minha idas na livraria de ficar folheando os livros fazendo hora depois do almoço, achei um livro muito interessante: "Mantenha o Cérebro Vivo". Dando uma lidinha rápida (senão a dona minina da loja ia brigar comigo) ele falava da necessidade de exercitarmos nosso céLebro fazendo mudanças na rotina. A "malhação" acontece se fizermos estímulos frequentes. Um simples gesto de mudar o relógio de braço faz a necessidade de pensar aonde se encontra o objeto antes de olhar a hora. Dá até uma agoniazinha, eu sei porque já fiz isso hehehe. Outros exemplos: aprender um novo movimento de dança, ler sobre um assunto com o qual não se está habituado, escrever com a outra mão (esse é dos mais difíceis), rearrumar a mesa e trocar as coisas de lugar, tomar banho de olhos fechados ou simplesmente mudar o caminho do escritório até a casa.

Porisso mudar os hábitos, apesar de encher o saco às vezes, não é de todo uma coisa ruim. É bom para ativar os neurônios. E eu quero ficar com o meu céLebro sarado. Você não?

Caraca! Meus posts estão cada vez maiores.
Lembrete: Ser mais sucinta da próxima vez.

Enviado por ThEyA às 21:35

Fale agora ou cale-se para sempre.
|

terça-feira, julho 26, 2005

pílula vermelha com prazo de validade vencido

Acordei meio deprê hoje. O porquê disso é que ontem fui a uma palestra com uma Lama budista cujo tema foi "Curando as emoções". Ela mencionou um termo que, embora isso seja proposital, me deixa muito desanimada. A "maldita" impermanência. Eu já conhecia um pouco desse conceito de outras palestras assistidas e não é o meu preferido. Não tenho tanto estudo e sabedoria para ensinar sobre o assunto, mesmo porque não sei bem se eu cheguei a mesmo entender direito, então irei falar sobre porque esse termo me deixa tão pra baixo. Como tenho quase certeza de não saber expor direito o assunto vou colocar um link no fim do post pra quem quiser saber mais.

Quando entrei contato com os ensinamentos budistas pela primeira vez eu realmente fiquei muito impressionada. É muita sabedoria, tanta que choca. Porque eu não estava preparada pra lidar com tanta "verdade" (tenho até medo de escrever essa palavra qui e alguns por aí que eu conheço começarem um debate hehehe). Continuo 99,9% leiga sobre estes ensinamentos pois são muitos e bastante complexos pra minha (atualmente) loira cabecinha. Mas o pouquíssimo que consegui assimilar foi o bastante pra me deixar encucada.

Estamos acostumados com a idéia de estabilidade. Temos uma casa, família e uma vida estável. Isso é considerado totalmente desnecessário pela óptica budista. "Nada é pra sempre!" Sim, eu também já tinha visto essa frase em algum lugar. E é exatamente esse o significado de impermanência. Está tudo sempre se modificando e portanto nada é permanente.

Lembrei de um dia na escola durante uma aula de Física. O professor estava começando a explicação sobre Velocidade (ou alguma assunto que envolvesse isso), aí ele colocou uma caneta em cima da mesa e perguntou: Esta caneta está parada? Nós adolescentes "bobinhos" gritamos em alto e bom som. Siiimmm! Ele então disse que NÃÃÃÃO pois como o nosso planeta estava girando, essa caneta com certeza não estava parada, pois no mínimo ela estava na mesma velocidade de rotação da Terra. O proprio Universo se expande constantemente.

Assim como a caneta em cima da mesa, tudo gira. As coisas, nesse exato momento, não são iguais como 10 segundos atrás. Tudo está se deteriorando. Nós estamos envelhecendo. A nossa vidinha que consideramos estável será diferente daqui a 2 anos. E porisso, não podemos por muita expectativa em cima de uma coisa se sabemos disso.

Deu pra pelo menos entender o porquê da minha tristeza? Sei que daqui a pouco vou esquecer isso e voltar a minha efêmera existência. Afinal não são todos os que estão preparados para encarar a realidade. Eu, definitivamente!

Se você não entendeu nada do que essa louca falou aí acima, existe uma segunda chance aqui: Qual a Utilidade da Compreensão da Impermanência?

Ainda vão ter mais palestras e assim que eu ver os horários coloco aqui.

Enviado por ThEyA às 08:19

Fale agora ou cale-se para sempre.
| Comente (0)

quinta-feira, julho 21, 2005

where is the love?


A trilha sonora do meu post de hoje é a música "Where is the love" dos Black Eyed Peas. Já até tinha feito um post no blog velho sobre ela. A letra pergunta constantemente "Onde está o amor?" e essa pergunta fica ecoando na minha mente. Eu sei que tenho o amor recíproco de meus amigos e de meus pais. Tenho o amor pelo meu trabalho (apesar de não ficar tão amorosa assim no final do mês quando vejo meu contra-cheque) mas isso não basta.

Eu quero é me apaixonar!

Esse tipo de amor que eu preciso e esse papo de "o que é meu está guardado" me deixa deveras impaciente.

Enviado por ThEyA às 08:18

Fale agora ou cale-se para sempre.
| Comente (0)

segunda-feira, julho 18, 2005

filmes que me fizeram chorar

Sim, eu sou "sensívia"! Drama não é o meu gênero preferido, mas confesso que às vezes choro no cinema. Esta lista é de filmes (sem spoilers) os quais eu lembro ter me emocionado. As gotinhas de lágrima ("lacrimômetro") indicam o quanto. ;)

Em "Armagedon" achei péssima a atuação da Liv Tyler. Ao ver "Titanic" ameacei cair uma lágrima mesmo tendo uma f*#$%@& me falado que o Leonardo de Caprio morria no final (eu disse que não tinha spoilers mas esse todo mundo sabe né) quando estávamos dentro da sala do cinema. Lembro ter chorado em "E. T." mas faz tanto teeempo. Fiquei atônita depois de ver "Closer" mas no máximo me arrancou alguns suspiros tristes (aquela música é demais). E em "Moulin Rouge" também fiquei meio engasgada no final mas não cheguei a chorar.
Lacrimômetro:

"Irmão Urso" (Brother Bear). Não me orgulho te ter chorado nesse aí. rsrs A minha única explicação é a maldita TPM. Porquê? Vários fatores sustentariam o meu controle emocional, pois fomos ver esse filme numa sala de cinema lotadíssima, cheia de pirralinhos pentelhos, pais tentando controlar suas crias e levantando pra comprar pipocas ou levando os pequenos pra ir ao banheiro e ainda por cima precisei sentar bem longe dos meus dois amigos porque não tinha lugar para três pessoas (não sei como também um deles dormiu durante o filme). Porisso não sei se choraria novamente ao ver esse filme em estado "normal". Mas....mas... aquela cena lá é muito boa. Ops! Acho que caiu um cisco no meu olho.
Lacrimômetro:


"Paixão de Cristo" (The Passion of the Christ). Pouquíssimas pessoas (que eu conheço) conseguiram segurar as lágrimas ao assistir esse filme. Ver um exemplo de o quanto sofreu o meu maior ídolo de todos os tempos me fez sofrer também. Muito bem pesquisado e produzido, retratou muito bem as condições da época, vestimentas e hábitos do povo além de ser falado em antigo Aramaico e Latim (no caso dos romanos). O seu Mel Gibson mandou muito bem pois lançou esse filme na época da Páscoa. Por isso acabou por chocar aqueles que em época de Páscoa ficam ansiosas por ovos de chocolate e esquecem do verdadeiro significado da data.
Lacrimômetro:


"A Espera de um Milagre" (The Green Mile). Fiquei sabendo desse filme pelo Oscar, mas mesmo assim não tive interesse em ver. Muito tempo depois resolvi alugar o DVD pois lembrei que ele era com o Tom Hanks (tinha acabado de ver "O Náufrago" no cinema) e também porque não tinha percebido que a história era baseada em um livro do Stephen King, o que me fez também pensar ser este filme de suspense ou algo do gênero. Me enganei completamente e, ao contrário de minhas espectativas, eu amei este filme.
Lacrimômetro:


"Um Amor Para Recordar" (A Walk To Remember). Ouvi falar desse filme logo quando vi o clipe de uma música dessa trilha sonora com a Mandy Moore. Gostei muito e fiquei procurando quando seria lançado nos cinemas brasileiros. Fiquei decepcionada quando descobri que não seria. Mas finalmente lançaram em DVD. Quando vi este nas prateleiras da loja peguei sem hesitar e comprei sem nunca tê-lo visto nem na locadora. Não me decepcionei nem um pouquinho. A história parece ser típicamente e comum como aqueles romances para adolecentes das "high schools" americanas. A menina tímida e o garoto popular se apaixonam e aceitam viver esse amor mesmo sendo de "mundos" diferentes (credo ficou parecendo as chamadas da Globo). A princípio é igualzinho a muitos filmes, mas a partir da metade o filme algumas coisas mudam e o resultado é capaz de provocar rios de lágrimas. Recomendo muitíssimo.
Lacrimômetro:


"Uma Lição de Amor" (I Am Sam). Também vi na lista de ganhadores do Oscar. Esse sim fiquei procurando nas locadoras e só achei bem depois. É uma história muito bonita e a trilha sonora é quase toda de músicas dos Beatles. Eu não dava muito crédito ao Sean Penn mas depois fiquei totalmente fã depois de vê-lo no papel de Sam, um homem com problemas mentais, lutando para merecer a custódia de sua filha de 8 anos, interpretada por Dakota Fanning de quem eu também sou muito fã (ela é a menininha de "Guerra dos Mundos" e "Taken"). A Michele Pfeifer é só um detalhe (ô mulhé feia).
Lacrimômetro:


Legenda:
fraco, no máximo só esbgasgou ou escorreu uma lágrima
deixou o olho vermelho e o nariz escorrendo
gue berda, bolhou a binha blusa snif
gasp...gasp...bor...rra...dô...jor...randu...buido...snif

Enviado por ThEyA às 22:46

Fale agora ou cale-se para sempre.
| Comente (1)

sábado, julho 16, 2005

vivendo e aprendendo (cliché dos infernos!)

Volto a postar depois de ficar totalmente omissa a minha vida social-cibernética (muito mitida!). Diferente do post anterior, não estou mais em férias. 15 dias passam bastante rápido. Descansei bastante, dormi bastante e fiz a festa na locadora de filmes (a alegria de uma cinéfila com tempo de sobra). Mas agora acabou a folga. Voltei ao trabalho com força total pois estou sem MSN, sem poder acessar meus emails pessoais e sem Orkut por lá. Resumindo, estou trabalhando mais e vagabundan... ops... navegando menos. Voltei também a ser menos anti-social. Tá bom, continuo anti-social, mas é menos que nas férias hehe.

Durante esse período de total ócio, naqueles momentos de eu-comigo-mesma-sozinha-pensativa lembrei de uma coisa. Eu acredito que na vida, estamos sempre nos deparando com situações repetidas, só mudam os personagens coadjuvantes da história (mas nem sempre). Na maioria das vezes essas situações nos põem à prova e dependendo do nosso desempenho em resolver esse problemas iremos enfrentá-los de novo mais tarde. Se não estamos antentos ao aprendizado diante de nossas escolha e resoluções quando a situação se repetir, o mesmo comportamento que causou a reincidência vai se repetir entrando em círculo de reincidências. Mas quando a atitude "correta" - coloquei entre aspas porque nem sempre a atitude que julgamos ser correta é de fato - é tomada, dificilmente passamos novamente pelo mesmo caso. E se acontece, temos o discernimento de ir pelo caminho certo. Alguns chamam isso de experiência, mas acho que nesse caso significa amadurecimento.

Uma dessas situações eu consegui identificar na minha vida. Sou do tipo que sempre precisa de um tempo para se adaptar às pessoas e/ou em um novo círculo social. Esse tempo pode ser bem curto, dependendo de como eu sou recebida e das impressões iniciais. Pois bem, desde muito cedo, notei uma presença muito incômoda em cada novo grupo: "o implicante". Não sei se tenho sangue doce mas "o implicante", que podia ser qualquer pessoa, sempre dá um jeito de sugar algumas gotinhas de mim. Digo isso porque lembrei também sobre um texto falando de vampiros emocionais e estes possam ser identificados como tal.

É aquela pessoa mesquinha, ciumenta, que sente prazer em desprezar novatos e fazê-los ser motivo de chacota. Esse tipo de pessoa fica procurando sempre algo pra prejudicar o suposto novo membro do clã. Adora puxar o saco do líder do grupo, é falso e dedura qualquer deslize dos outros com a finalidade de se destacar.

Encontrei vários desse tipo principalmente na escola e no meu primeiro estágio (esses tipinhos são atraídos por estagiários como urubus à carniça). A cada + ou - 2 anos eu padecia nas mãos de um chato desses. Nos primeiros anos mantinha a posição de neutra. Deixei a tal levar a melhor. Depois fiquei totalmente transtornada pois "o implicante" da vez não me deixava em paz. Sabia que não adiantava deixar pra lá como aconteceu na minha experiência anterior. Precisei tomar uma atitude bastante drástica. Deu certo, mas definitivamente não achei a atitude mais correta. Depois eu tive mais jogo de cintura pois consegui converter "o implicante" em aliado (mas com muita cautela). E nas outras experiências pude perceber a diminuição do impacto dos ataques destes seres em mim.

Agora não sei qual é o meu placar nessa história. Se me livrei deles, se estou somente em um "intervalo técnico" maior entre o surgimento de outro pra me atazanar a vida, se não estou mais na "vibração energética" ideal para atraí-los ou, na pior da ipóteses, se acabei me tornando um deles (aiii Deus queira que não). De qualquer maneira estou achando ótimo não ser mais o alvo.

Mas se ainda estiverem por vir, venham! Estou preparada. ;)

Enviado por ThEyA às 05:09

Fale agora ou cale-se para sempre.
| Comente (0)

Me vejo assim...

Eu me chamo Themis mas os outros me chamam de Theya, Timica, Thê, Themisuda, Trêmis, Tlemos, Thâmis. Apenas não me chame de "psiu" nem "ei" pois eu não vou olhar. Mitida não, apenas eu gosto do meu nome e se é pra usar vamos usá-lo.

Moro em Manaus, visual lindo, paisagem magnífica. Detesto preconceito e intolerância. Não gosto de ser previsível e tento ser original. Dou valor à lealdade apesar de levar muito na cara por isso. Gosto de sorvete, chiclete, jujuba, cocada, X-salada sem salada, milk-shake de chocolate e sushi. Sou finalista na faculdade, programadora iniciante, um pouco nerd e geek. Não fumo, bebo socialmente (raramente) e não consigo evitar roer as unhas. Aficionada por televisão e música, sou também uma cinéfila falida. Tímida na frente de quem não conheço, distraída em qualquer lugar e costumo a ser tachada de mitida por isso. Adoro rir, dançar, ler um bom livro, navegar na Internet, trabalhar, beijar na boca, cinema (pode ser em casa também), jogar no computador, meu quarto, som alto, balada e pessoas bem-humoradas.

Não espere encontrar aqui posts diarinhos, miguxês, spams recebidos por email (a não ser em casos muito extraordários). Espere tosquices e futilidades embora goste mais de redigir textos sobre assuntos sérios.

Não sei se alguém aí já notou mas os textos entre colchetes são totalmente dispensáveis. [nhé! mas são divertidos hihih O:D]

Espaço atualizado semanalmente mas às vezes posto mais vezes na semana, vai depender da minha disposição e inspiração. ;)

.: No Orkut
.: No Email



Assinar com Bloglines
Add to Google

O que passou

Home
fevereiro 2005
março 2005
abril 2005
maio 2005
junho 2005
julho 2005
agosto 2005
setembro 2005
outubro 2005
novembro 2005
dezembro 2005
janeiro 2006
fevereiro 2006
março 2006
abril 2006
maio 2006
junho 2006
julho 2006
agosto 2006
setembro 2006
outubro 2006
novembro 2006
dezembro 2006
janeiro 2007
fevereiro 2007
março 2007
maio 2007
janeiro 2011

O que ainda é visível

Acho...
foi eterno enquanto durou
novidades?
post "resuminho"
renovação
série top 5 de temas inúteis - títulos de músicas ...
outro propósito
reflexões de início de ano
primeiro post de 2007
manuscrito

O que vale a pena rever

a filosofia bocóptica
Microsoft versus Apple - para leigos
é com a mão ou com o pé?
fly away
corpo ou coração
aparição
paradigma quebrado
chuva
mamãe natureza comanda
caminhos
empatia e sensibilidade
dia de brincar
toques
fios que amedrontam
lêmure?
desafio aceito
desapego
themis com th
caronas
vivendo e aprendendo (cliché dos infernos!)
filmes que me fizeram chorar
changings
sigula fimi!
queria ser grande...
quem estou? onde sou?
Da Série "Hasta La Isla de Margarita"
(viagem para Venezuela em 2006)
ep. 1: "Os Preparativos"
ep. 2: "A Velha Pentelha"
ep. 3: "A Doida da Rodoviária"
ep. 4: "O Namorado de Gal Costa"
ep. 5: "Gringos"
ep. 6: "Eu era um turista..."
ep. final: "A Sala de Tortura"

Passaram por aqui



Os que leio

Agridoce
Blog da Biazinha
Blowing Bytes
Chez Moi
Confissões do Exílio [New]
Dona Baratinha
Ei Porra!
EMOFF
Escúchame Porra!
Everybody's Got To Learn Sometime
Green Girl
In Loko Again
Jesus Me Chicoteia
Lady Jedi
Lady Gwen
Luabella e Suas Fases
Moacir Caetano
O Malfazejo
No Problems
O Homem Chavão
Rabo de Arraia
Rock Life Style
7 cabeças [New]
Todo Mundo Quer Confete!
Um Amor Para Recordar

O que escuto

O que vejo

Bloguemia Cabocla (Fotolog.com)
Theyabr (Fotolog.com)
Tvejoporaih (Flickr.com)
Ripleybr (Flickr.com)



Template by Theya